O projeto é explicitamente favorável ao ecossistema de criptoativos, especialmente no que tange às stablecoins. Ao buscar sustar as resoluções do Banco Central, ele defende as stablecoins contra uma classificação regulatória que as equipararia a operações de câmbio, o que implicaria em custos significativos (estimados em R$ 6 a 10 bilhões anuais em IOF) e burocracia desnecessária. A análise do projeto argumenta que tal medida prejudicaria a inovação, a competitividade de empresas brasileiras e o acesso dos usuários a essas ferramentas, podendo desviar atividades para plataformas não reguladas. A defesa de que a regulação de stablecoins deve ocorrer por meio de legislação aprovada pelo Congresso, e não por atos administrativos unilaterais, é um forte sinal de apoio à clareza regulatória que fomenta a atividade legítima de cripto, em vez de impor barreiras restritivas. A iniciativa protege um segmento importante do mercado cripto de uma regulamentação que é vista como inadequada e potencialmente prejudicial.